Aprovado pelo Legislativo o Projeto de Lei que altera regras da Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais (Planserv) tem gerado insatisfação entre os servidores segurados do plano.
Embora o governo tenha garantido que os 186.429 titulares do plano, 56%, na faixa salarial de até R$ 3.750 não teriam reajuste, é grande o número de servidores que reclamam dos descontos realizados pelo plano. Cabe ao governo explicar o que houve e reparar a situação. O governo anunciou que 32% dos benefícios, que ganham mais que R$ 3.750, teriam reajuste de 10%. Mas também estes têm reclamado.

O argumento do governo é de que a intenção é permitir ampliar a rede de atendimento, melhorar a qualidade do serviço prestado e consolidar o conceito de plano solidário (desconto proporcional à faixa salarial). Mas o próprio governo insistiu no fato de que o plano não teve reajuste desde 2011 e o teto da contribuição atingia os que recebem R$ 10.250. Agora o teto passa para R$ 22.250 ou mais. O governo também diz que o valor descontado não é alterado com base na remuneração. Com isso, a lei prevê que quem recebe mais paga mais.
Fonte: Jornal ‘O servidor’ – AFPEB nº 3/2015
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