O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau do Estado da Bahia (SINTEST-BA/UNEB) participou das comemorações pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia, reafirmando seu compromisso com a defesa da democracia, da soberania nacional e da valorização da história do povo baiano.

Ao lado de milhares de pessoas, representantes de movimentos sociais, entidades sindicais, autoridades e instituições públicas, a diretoria do SINTEST marcou presença nas celebrações do 2 de Julho, uma das datas cívicas mais importantes da Bahia e símbolo da consolidação da Independência do Brasil.
A programação contou com atos tradicionais, como o hasteamento das bandeiras da Bahia, do Brasil e da Independência pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelo prefeito Bruno Reis, além da homenagem ao General Pierre Labatut, com a deposição de flores em seu túmulo, em reconhecimento ao seu papel nas batalhas pela libertação da Bahia do domínio português.

Outro momento de grande simbolismo foi a passagem das imagens do Caboclo e da Cabocla, ícones da luta pela Independência baiana e da resistência popular. O cortejo relembra, anualmente, a mobilização iniciada em 25 de junho de 1822, no município de Cachoeira, quando a população e as forças brasileiras iniciaram o enfrentamento às tropas portuguesas. Esse movimento culminou na vitória definitiva em 2 de julho de 1823, data que marca a expulsão das tropas lusitanas e a consolidação da Independência na Bahia.
Para o diretor-geral do SINTEST, Firmino Júlio, participar das celebrações é também reafirmar o compromisso da entidade com a defesa dos valores democráticos e da soberania nacional:
“A Independência da Bahia nos lembra que a democracia, a liberdade e a soberania são conquistas que precisam ser defendidas diariamente. Assim como nossos antepassados lutaram pela emancipação do país, cabe a nós continuar vigilantes na defesa da democracia, dos direitos sociais e de um Brasil soberano”, destacou.
Ao participar das comemorações do 2 de Julho, o SINTEST reforça seu compromisso histórico com a cidadania, a democracia e a valorização da memória das lutas populares, reconhecendo que a defesa dos direitos dos trabalhadores também passa pelo fortalecimento das instituições democráticas e da soberania do país.

